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O bom jornalismo não desperta paixões, desperta reflexões

Cantávamos alegremente “ tudo está no seu lugar, graças a Deus, graças a Deus…” quando acordamos na segunda década do Século 21. Olhamos para a tela mais próxima e não conseguimos entender mais nada. Notícias que não fazem sentido, entrevistas de blogueiros, e nomes como google, Twitter, Wikipedia cada vez mais citados. Mais confusão com o tal jornalismo viral, widgets virais, memes, games, sites de busca e muito mais.

Com a internet e seus gadgets os ditadores não conseguem mais censurar as noticias, com fotos e/ou vídeos tiradas de celulares que mostram acontecimentos e informações instantâneas. A grande mudança no jornalismo com a internet não foi, como parece, de tecnologia, mas de paradigma.

Não há  mais separação entre o  produtor e o consumidor de notícias, como no passado. Não há mais exclusividade de produção de informações na internet. O consumidor ganhou as rédeas da comunicação e consome o que julga correto e tem o relacionamento que julga importante para a sua vida. A jornalismo na internet se transformou pela própria ação do público em uma mistura de rede de pessoas e marcas, onde todos buscam ao mesmo tempo fazer parte dessa gigantesca produção global de notícias.

Nesse admirável mundo novo do jornalismo sobrevivem os princípios da ética, isenção, busca do interesse público, pluralismo de versões e de visões. Está difícil identificar a fonte da informação, agravada pelo cultivo das fake News geradas ingenua ou propositadamente. O público consumidor de notícias moldou a internet para atender aos seus interesses, busca comunicação instantânea e as redes sociais. É ao mesmo tempo produtor e consumidor de informação e notícias. É neste universo

“Bem, meus caros, diz nossa alter ego ao longo de  todo este livro, Dona Juventina, só me resta lembrar a vocês a frase da Esfinge : decifra-me ou devoro-te. Essa frase é  do Sófocles e não do Sócrates, seus incultos.”

Mais detalhes em Jornalismo Para Leigos, da Editora Alta Books.

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